In #projetomaninblack Johnny Cash Música Z

PROJETO MAN IN BLACK: SEMANA NO. 14

Hey, amigos!
1968 foi um ano movimentado na vida de Johnny Cash. Além de sua apresentação épica na Prisão de Folsom que lhe rendeu um disco muito aclamado que terminou ocupando a 77ª posição na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame, ele vinha renascido depois de uma tentativa de suicídio, casou-se com June Carter, tinha recuperado a sua fé e seguia com a reabilitação. 



Em 13 de janeiro de 1968, aconteceria uma das apresentações mais marcantes de sua carreira. O Concerto de Folsom Prision era gravada pela Columbia. Contrariando a sociedade, Johnny Cash se apresentaria para a escória da sociedade, os encarcerados da Califórnia. Com um setlist de tirar o fôlego, Cash fez duas apresentações naquele dia: uma pela manhã e outra a tarde. Ambos os shows terminaram com Greystone Chapel, música escrita por um dos detentos de Folsom, Glen Sherley. Sherley - que aparece na foto acima segurando a mão de Johnny em cumprimento - desconhecia completamente que a música que ele escrevera havia sido passada para Cash no dia anterior por um dos agentes da prisão. Foi emocionante. O álbum foi um sucesso crítico e comercial, revitalizando a carreira de Cash.

A partir disso, John se tornou um defensor franco dos direitos dos presos em um momento em que o público americano estava convivendo com as insuficiências e abusos de seu sistema penal. Alguns anos mais tarde, em 1972, ele falou em uma audiência do Senado dos Estados Unidos, relatando as histórias de abuso que ele havia escutado durante suas inúmeras visitas à prisão nos anos após o show de Folsom, ele ofereceu uma série de recomendações para melhorar o sistema, como por exemplo: separar os presos pela primeira vez em graus de periculosidade; manter os menores infratores fora da prisão; e oferecer aconselhamento aos internos antes da sua libertação etc.


Já visivelmente melhor, em 22 de fevereiro, Johnny se apresenta ao lado de June em um show no Canadá, na London Gardens, casa localizada em Londres, Ontário. Nessa ocasião, ele surpreende a todos ao pedi-la em casamento diante da platéia que vai ao delírio. Eles se casam uma semana depois, em 1º de março, em Franklin, no Kentucky. Ela concordou com o pedido, após cumprir o que tinha prometido: só se casaria se ele estivesse "limpo". Um dia antes da cerimônia, em 29 de fevereiro de 1968 Cash & Carter ganham o Grammy para Melhor Desempenho de C & W por um Duo / Grupo com a música "Jackson". 

- DISCOGRAFIA 1968 - 

LP - From Sea To Shining Sea, 01 de janeiro de 1968 (Columbia)
LP - The Heart of Cash, 01 de janeiro de 1968 (Columbia)
EP - Wo Ist Zuhause Mama / Vie Zu Spat, 01 de janeiro de 1968 (CBS)
EP - Folsom Prison Blues (live) / Folk Singer, 01 de abril de 1968 (Columbia)
LP - At Folsom Prison, 01 de maio de 1968 (Columbia)
LP - Old Golden Throat, 01 de junho de 1968 (CBS)
EP - Carryin' on with June Carter, 01 de agosto de 1968 (Columbia)
EP - Daddy Sang Bass / He Turned The Water Into Wine, 01 de outubro de 1968 (Columbia)

É inegável a capacidade de se reinventar que Johnny Cash possuía. Aos poucos ele vai retomando sua carreira de foma brilhante e incontestável. Ele era perfeito na sua imperfeição e o público adorava isso. Sim! Hello, he's Johnny Cash

Para ouvir At Folsom Prison, clique: Youtube. 🎸💖

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In Dezembros Freebies Z

DOWNLOAD: WALLPAPER JUNHO/17

Hey, amigos!
Estou bem em falta com o pessoal de Touro, né? Eu sei. Em maio não consegui fazer o wallpaper e quando tive chance de fazer já não tinha mais sentido por ser muito tarde, o calendário seria inútil. Foi aí que tive a ideia de me redimir e criar o wallpaper de junho com dois temas! Quem for taurino - ou preferir - esse é só baixar ele; assim como quem for de gêmeos.

Seguimos caminhando para o inverno, com um clima maravilhoso que me deixa super disposta. Já falei aqui de como os dias tinham sido cruéis comigo. Agora, quero dizer o quão generoso maio foi. Quase não tive crise de ansiedade, salvo um dia ou outro. Cortei relações com uma das pessoas mais tóxicas que conheci - se não a mais tóxicas delas - e tudo mudou como mágica. Pluft. 

Tá, não foi bem assim, de uma hora pra outra. Um dia de cada vez. Foi muito doloroso, porque quando você ama alguém, mas esse alguém te faz muito mal, é egoísta, ingrato, manipulador... É a duras penas que se chega a conclusão de romper totalmente os laços. E a gente se pergunta se não poderia ter sido diferente... Não, não poderia. Cada coisa tinha de acontecer como aconteceu, para que a gente cresça e, sobretudo, aprenda. As lições que tiramos nos acompanharão por todas as vidas e isso é fundamental para o nosso desenvolvimento em todos os aspectos.

Sempre quis ter tudo sob controle, pensando cautelosamente sobre cada coisa. Isso é furada, posso afirmar, porque um belo dia sua mente entra em colapso e se rebela contra você. Foi o que aconteceu comigo. Nunca fui de fazer escândalos, não costumo demonstrar muita coisa, justamente para que nada saia do meu controle e, assim, entro numa prisão de pensamentos que me faz ficar totalmente destrambelhada. 

Fazia, porque maio foi diferente. "Magicamente" reaprendi a viver, a pensar, a planejar na dose certa, a me abrir e posso dizer que esse foi um longo caminho. A gente vem tentando e errando até que uma hora dá certo. E foi o que aconteceu. Então, amigo, se você está nesse processo apenas não desista. Vai parecer que não surte efeito, que o mantra só serve na teoria e para os outros, que esse negócio de autoconhecimento é furada. Não é. Cada um tem seu tempo e apenas esse senhor que a tudo controla é quem dirá qual é o seu. Posso garantir que estou a caminho da felicidade, coisa que nunca vi nem comi, só escutava falar. Sei que isso pode ser destruído a qualquer momento, por sua fragilidade, mas assim é a vida essa Roda da Fortuna. E tamo aí pro que der e vier.


Adoro bater esse papo com vocês, contar um pouquinho de mim. Mas agora vamos aos links pra baixar esses papéis de parede que fiz com tanto carinho. Tenho muito a agradecer às energias de Touro por me trazer a Terra que me dá prumo e firmeza. Sei que isso foi fundamental para essas mudanças! 🌄

Touro ♉: Para baixar o seu wallpaper basta salvar a imagem: 1920 x 1080 (widescreen) | 1600 x 1200 (quadrado) | 667 x 1000 (celular).

Gêmeos ♊: Para baixar o seu wallpaper basta salvar a imagem: 1920 x 1080 (widescreen) | 1600 x 1200 (quadrado) | 667 x 1000 (celular).

Beijos e um junho com todas as boas energias de Gêmeos (e de Touro) pra você!



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In #12mesesdepoe Livros Z

12 MESES DE POE: MAIO/17

Hey, amigos!
Para o desafio #12mesesdepoe de maio foram separadas duas publicações clássicas do mestre Poe: O Gato Preto e O Corvo. Já começo esse post um pouco apreensiva, pois tanto já se falou do conto e do poema que é desnecessário até repetir o óbvio, afinal clássico é clássico. Isso, sobretudo, não quer dizer que não devemos ler e reler; pois é dessa essência que são feitos os clássicos, pra gente ter sempre à mão, explorando cada pedacinho, pois, certamente, eles vão se adequar a cada momento da nossa vida.


Como numa confissão, o narrador envia "uma carta" endereçada ao leitor contando que prevendo a própria morte para o dia seguinte, precisava aliviar a alma. Seu propósito imediato é descortinar diante do mundo "sucintamente e sem comentários" uma série de eventos nada mais do que domésticos. A partir disso, nos prepara para o que está por vir, pois o que para ele é Horror (em inicial maiúscula mesmo), para muitos parecerá mais barroco do que terríveis. 

Já começamos aí desconfiar desse cara que mais parece sofrer de esquizofrenia paranoide. Percebam que em todo texto há transtornos do pensamento que envolvem delírios e alucinações; distúrbios formais desses pensamentos (eles saltam de um tópico a outro, às vezes sem conexão aparente); alterações no comportamento e, principalmente, alterações no afeto. E ele pede que ignoremos tudo isso, porque tá tudo bem, sim. 

As quase 10 páginas - reli na edição da DarkSide - de um dos contos mais famosos de Poe, se não o mais famoso deles, conta, em primeira pessoa, a história de uma homem que desde criança era dócil e gentil, amante dos animais, e essas características o acompanham ao logo de seu vida inteira. Logo casa-se e é muito dedicado à casa, à esposa e a seus animais de estimação, permanecendo assim por longos anos. Até que tudo muda, de uma hora para outra, e aquele que era bom torna-se cada dia pior, tudo por causa da sua dependência do álcool. 

A primeira a sofrer suas intempéries é a esposa, que, amiga e companheira de anos, agora era negligenciada e maltratada, inclusive fisicamente. Depois são os animais que passam a experimentar sua fúria; os coelhos, os micos, o cachorro e por fim até Plutão, seu gato já velho, companheiro de anos, sofre os ataques, pois certa noite o homem apenas sentiu que o felino o evitava. A partir disso, ele passa a narrar, com detalhes, toda sorte de crueldades que faz com o animal e os desdobramentos são assustadores. 

Não é por acaso que, nesse livro, O Gato Preto está na sessão Narradores Homicidas. Com o desenrolar da história vemos um narrador-personagem perverso, egocêntrico e paranoico que tenta a todo tempo justificar seus instintos assassinos com o alcoolismo, possessão demoníaca e por fim e principalmente com o gato, o causador primaz de todos os seus infortúnios. 

Extremamente bem escrito, não há muito suspense nesse conto, porém as doses de horror fazem com que até o mais trevoso dos leitores se aterrorize, A cada página você pensa que as atrocidades não podem piorar, mas elas pioram. E a autoconfiança que ele demonstra ter desde o início se intensifica finalmente para a sua ruína. Ele está convencido de que está certo e nós, que estamos diante de tanta barbaridade, nos apiedemos de um psicopata que, no final, parece beirar a ingenuidade. Não é por acaso que esse se tornou um dos mais aclamados contos de Edgar Allan Poe. Ele é incrível!      


... Era no glacial dezembro;
Cada brasa do lar sobre o chão refletia
A sua última agonia.
Eu, ansioso pelo sol, buscava
Sacar daqueles livros que estudava
Repouso (em vão!) à dor esmagadora
Destas saudades imortais
Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora.
E que ninguém chamará mais...
Mano, o que dizer desse poema? É tão lindo e tão dolorido. Para a tradução em português, temos duas versões ilustres: a de Machado de Assis (1883) e a de Fernando Pessoa (1924). Sou muito bairrista em dizer que prefiro 100 mil vezes a de Machado? Não, pois ela é a mais bela e que, ao meu ver, mais se aproxima da linguagem de Poe. Deixo acima os dois links para que você possa tirar suas próprias conclusões, caso ainda não conheça. 

Cheio de mecanismos métricos e fonéticos que conferem ao poema sua tão reconhecida musicalidade, é fato que qualquer tradução prejudicará o trabalho do poeta, principalmente em suas rimas como, por exemplo, Lenore e Nevermore. Leia o original The Raven aqui.

Enfim, O Corvo é o relato de um homem atormentado, saudoso de sua amada e delirante. O escuro da noite, o medo, a solidão, o sobrenatural e a morte são ingredientes perfeitos que unidos deram vida a mais uma obra prima-prima, ao mais aclamado dos poemas do Poe. Misterioso e aterrorizante, com o texto podemos conceber claramente a agonia que era ter essa ave batendo insistentemente à sua porta, trazendo maus presságios. É mesmo uma descrição fantástica!

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In #projetomaninblack Johnny Cash Música

PROJETO MAN IN BLACK: SEMANA NO. 13

Hey, amigos!
1967, Johnny estava nas profundezas do vício e passou a s ser conhecido como Johnny "No Show" Cash entre os produtores. Um show em Miami terminou antes mesmo de começar quando um Johnny estático e fora de si tropeçou no palco e implorou a Saul - seu então empresário - por ajuda, isso  na frente da platéia. Johnny Cash parecia arruinado.


Três semanas após o desastroso show em Miami, foi agendada uma extensa turnê de duas semanas através de Harry "Hap" Peebles, um dos maiores e mais respeitados produtores da cena, fundador da Associação de Música Country, que chegava a agenciar mais de seiscentos shows por ano com elevados padrões de marketing e divulgação. Definitivamente Peebles não era o tipo de homem que se passava para trás. 

Para entender a relação de Cash com Peebles vamos voltar ao ano de 61, quando o Homem de Preto o encontrou, em Dakota do Norte, e prontamente tirou satisfações sobre o assédio do produtor à Rose Maddox durante as turnês dela. Johnny o colocou contra a parede e disse: "Se você chegar perto da Rose, eu vou te matar". Em 1967, o incidente parecia ser como água debaixo da ponte, mas ao iniciar a turnê juntos Cash logo percebeu que eles tinham mais problemas do que se podia imaginar.

Johnny era como era e jogou pra cima as quatro primeiras datas agendas para os shows. A história que Saul contou para Hap Peebles era que Johnny tinha deslizado no gelo em Nashville, na frente dos estúdios de gravação de Colômbia, tinha caído e rachado quatro costelas e, por recomendações médicas, não poderia não viajar até que suas costelas estivessem curadas e essa ficou sendo a história oficial.

No entanto, a verdadeira foi um pouco mais complicada. Com o divórcio de Vivian, Cash queria desesperadamente estar com June, mas ela já tinha deixado claro que só se casaria se ele superasse seu vício em drogas para sempre. Neste ponto, era um pedido desesperado, pois Johnny estava mais dependente do que nunca. Foi nessa época, antes dessa turnê, que eles tiveram uma discussão feia sobre a questão e, de acordo com alguns relatos, June engoliu alguns de seus tranquilizantes, saindo dali furiosa. 

Depois de conversarem, June, Saul e, provavelmente, Marshall decidiram que o elenco faria os shows conforme planejado - sem Johnny. Segundo eles, o objetivo principal dessa decisão era afastar uma ação judicial, combinada com o medo de deixar Hap Peebles irritado, mas também havia um uma outra questão envolvida: eles não queriam perder o dinheiro do cachê - afinal, este era o trabalho deles, né? Assim, fizeram Fort Smith, Tulsa e Oklahoma City sem Johnny Cash, e então houve rumores de que ele estava furioso por estarem terminando a turnê utilizando o nome dele. Foi então que Johnny enviou uma carta à June relatando toda sua ira, que ela então a entregou a Saul.

Durante esse ano, Cash reduziu seu uso de drogas depois de uma epifania espiritual na Caverna de Nickajack, quando tentou o suicídio sob a forte influência dos comprimidos. Em seu livro, "Cash - Uma Biografia", ele conta que, lá por outubro de 1967, já tinha tido o suficiente. Não comia nem dormia havia dias e não restava mais nada dele. "J.R. era apenas uma lembrança distante. O que quer que eu tivesse me tornado em seu lugar, parecia pouco humano. Não queria ver outro amanhecer. Tinha jogado minha vida fora, tinha me afastado de Deus e de todas as outras forças estabilizadoras em minha vida que eu sentia não haver mais esperanças para mim."

Foi quando decidiu estacionar seu jipe e começar a rastejar. Até que depois de duas ou três horas as pilhas de sua lanterna acabaram e a escuridão tomou conta do local. Era perfeito. Foi quando, segundo relata, sentiu fortemente a presença de Deus em seu coração, e uma paz completa, clara e sóbria invadiu seu ser. Ele não acreditava que depois de maltratar tanto seu corpo poderia se sentir tão bem. Apesar de não saber que direção tomar para se livrar da morte que tinha buscado, começou a tetar as coisas "como um caranguejo" até que sentiu uma lufada de vento nas costas, sabia que por ali era a direção que deveria seguir. Até que viu a luz e a abertura da caverna. Lá estavam June e sua mãe com uma cesta de comidas e bebidas. Ele tinha desistido de Deus, mas Deus não havia desistido dele.

Assim, tempo depois, tomando um "chamado de altar" no Evangel Temple, uma pequena igreja, em Nashville, pastoreada pelo Reverendo Jimmie Rodgers Snow, filho da lenda da música country, Hank Snow, ele aceitou formalmente Jesus em sua vida. Porém, de acordo com o amigo de longa data, Marshall Grant, a experiência famosa de Cash não interrompeu completamente o uso de anfetaminas.

Foi, então, que June, Maybelle e Ezra Carter resolveram entrar na casa que Johnny comprou ao lado do lago Old Rickory e lá ficaram por um mês para ajudá-lo a se livrar do vício; contatando médicos, expulsando amigos tóxicos e os traficantes. Durante esse período ele sofreu todas as intempéries da abstinência e relata isso detalhadamente em seu livro. É mesmo de cortar o coração. No mês seguinte, em novembro, ele fazia seu primeiro show sem estar sob o efeito de drogas e se sentia na melhor forma: confortável com a platéia e interagindo com ela entre as canções. Até ele próprio estava surpreso.   


- DISCOGRAFIA 1967 - 

EP- Jackson / Pack Up You're Sorrows, 01de fevereiro de 1967 (Columbia)
LP - Greatest Hits Vol. 1, 01 de julho de 1967 (Columbia)
EP - Red Velvet / Wind Changes, 01 de setembro de 1967 (Columbia)
EP - Rosanna's Going Wild / Roll Call, 01 de dezembro de 1967 (Columbia)
EP - Long-Legged Guitar Pickin' Man / You'll Be All Right, 26 de dezembro de 1967 (Columbia)

Como vocês podem notar, 67 foi um ano péssimo para Johnny Cash. Pouquíssimos trabalhos lançados - se compararmos aos anos anteriores - tendo como único LP uma compilação de hits dos anos passados. Ao final desse ano, Johnny Cash estava legalmente separado de Vivian, que seguia criando suas quatro filhas. O caminho estava livre para June Carter e suas investidas.



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In Dezembros Resumo da Semana

RESUMO DE MAIO

Hey, amigos!
Maio chegando o fim de maio e vocês devem ter percebido que não teve resumo da semana esse mês. Como tenho feito pouquíssimos registros, ficou meio sem sentido fazer o round-up week. Então, decidi que, a partir de agora e até segunda ordem, farei um apanhado do mês. Maio começou um tanto pesado, mas da metade pra cá deu uma melhoradas significativa! Tenho passado os dias muito mais disposta - obrigada, outono! - e cheia de planos pro futuro. É aos poucos que as coisas vão dando certo, definitivamente. 



Esse mês teve passeio por Salvador, viagem para a casa dos meus pais, apresentação em vídeo para um emprego novo... Vamos às fotos de maio!

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Update 28/05/17: Juntei esses recortes e pequenos takes e fiz um vídeo curtinho pra compensar. Espero que gostem desse formato.



Super beijos e que junho seja incrível! 🙌💜

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